João Paulo Parisio

Por isso aqui e agora eu te digo, e quem te diz é teu amigo: mata a familiaridade com o punhal do espanto.

Todas as resenhas e matérias

Contos e poemas na rede

Resenha de “Legião Anônima” – Suplemento Pernambuco

condedaboavista

Para alcançar o equilíbrio entre a realização artística e o conteúdo social para o qual é solicitado, é necessário que o escritor tenha plena consciência dos seus deveres para com a estética e para com a realidade pela qual está envolvido. Sem isso a obra corre o risco de se exilar no Paraíso Perdido da Beleza, ausentando-se do coração selvagem da vida, no dizer de Joyce e Clarice Lispector, ou sucumbir no meramente panfletário, no discurso político entre pobres e ricos, entre derrotados e vitoriosos que a História já registra e confirma, com grande vantagem.”

Leia a resenha completa aqui.

 

Resenha de “Esculturas Fluidas” – Tribuna de Santos

magias contingenciais

Já na sua expressiva estreia, a coletânea de contos Legião Anônima (2014), eram evidentes os dotes de Parisio como escritor e seus recursos de linguagem, nada imaturos ou modestos. Ainda assim, como ato de fé na poesia, Esculturas Fluidas é uma surpresa emocionante.”

Leia a resenha completa aqui.

“Crônica de uma tarde qualquer” – Suplemento Pernambuco

cronicadeumatarde

I

Sei que um dia vou ter saudades dessa luz

e das cores desse subúrbio,

até mesmo dessa mosca

que faz cócegas em minha perna,

e dessa modorra de depois do almoço,

e desse suor que roreja a minha testa,

e desse céu tão azul que refresca,

e desse silêncio convidando-me à sesta,

e desses insidiosos insetos alienígenas,

de um verde metálico ou amarelo-cromo,

que vêm dar na varanda não sei como,

náufragos de uma realidade paralela

Leia o poema completo aqui.

“Legião Anônima” em guia da literatura pernambucana – Jornal do Commercio

guialiteraturapernambucana

Num dos seus famosos ensaios, a escritora inglesa Virginia Woolf falava que, se dois leitores atentos emitissem opiniões sobre o poeta clássico John Keats, dificilmente discordariam da importância dele. Se o nome que surgisse na conversa fosse o de um autor atual, no entanto, a briga começaria. “É apenas quando discutem o trabalho de escritores contemporâneos que eles inevitavelmente chegam aos tapas”, descreve a autora.”

Leia a matéria completa aqui.

“Esculturas Fluidas” em artigo sobre poesia brasileira contemporânea – La Pecera

La Pecera

Conforme traz em lema na abertura da coletânea “Esculturas fluidas”, é o “silêncio em homenagem a ele mesmo”. Versos concebidos no instante de fratura da concretude, na frequência do que vibra à beira do tecido geográfico”

Leia a matéria completa aqui.

Página 1 de 4

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén